Ministra do meio ambiente destaca importância da economia verde no mundo
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse nesta quarta-feira (8/12), em Cancún, que é importante promover o debate sobre economia verde no mundo, principalmente para o desenvolvimento sustentável dos países em crescimento. Mas, para isso, é preciso mobilizar a população para entender o que isso significa econômica, social e ambientalmente.
Durante evento da Rio+20 na 16ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-16), Izabella ressaltou o desafio de explicar a ideia e a dimensão da economia verde. “Não estamos falando de empregos verdes, e sim do desafio de ter economia verde e novas perspectivas sustentáveis nos governos.”
O Rio de Janeiro, depois de 20 anos, volta a sediar uma conferência das Nações Unidas sobre desenvolvimento sustentável, a Rio+20, em 2012. O foco é a estrutura de governança internacional para o desenvolvimento sustentável, com debates sobre economia verde, desenvolvimento sustentável e erradicação da pobreza.
Ela destacou que hoje o Brasil tem uma nova realidade comparada a 1992. Mesmo assim, segundo ela, não é fácil o debate sobre economia verde. “É difícil explicar e entender a dimensão da economia verde, o que isso significa para o planeta, para a governança ambiental e para o desenvolvimento sustentável”, disse. Para a ministra, é preciso conceituar esses temas antes da Rio+20.
De acordo com Izabella, na Rio+20 é preciso ampliar os debates que eram feitos há 20 anos. “Temos uma nova realidade econômica, social e ambiental no planeta”, ressaltou. Ela contou que durante a Rio92 era impossível debater desenvolvimento sustentável com o setor privado, diferente de hoje em dia, quando representantes do setor participaram de debates durante a COP de Biodiversidade, no Japão.
Fonte: Ministério do Meio Ambiente
Durante evento da Rio+20 na 16ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-16), Izabella ressaltou o desafio de explicar a ideia e a dimensão da economia verde. “Não estamos falando de empregos verdes, e sim do desafio de ter economia verde e novas perspectivas sustentáveis nos governos.”
O Rio de Janeiro, depois de 20 anos, volta a sediar uma conferência das Nações Unidas sobre desenvolvimento sustentável, a Rio+20, em 2012. O foco é a estrutura de governança internacional para o desenvolvimento sustentável, com debates sobre economia verde, desenvolvimento sustentável e erradicação da pobreza.
Ela destacou que hoje o Brasil tem uma nova realidade comparada a 1992. Mesmo assim, segundo ela, não é fácil o debate sobre economia verde. “É difícil explicar e entender a dimensão da economia verde, o que isso significa para o planeta, para a governança ambiental e para o desenvolvimento sustentável”, disse. Para a ministra, é preciso conceituar esses temas antes da Rio+20.
De acordo com Izabella, na Rio+20 é preciso ampliar os debates que eram feitos há 20 anos. “Temos uma nova realidade econômica, social e ambiental no planeta”, ressaltou. Ela contou que durante a Rio92 era impossível debater desenvolvimento sustentável com o setor privado, diferente de hoje em dia, quando representantes do setor participaram de debates durante a COP de Biodiversidade, no Japão.
Fonte: Ministério do Meio Ambiente
Problemas e Precauções Sanitárias no Meio Rural
Problemas e Precauções Sanitárias no Meio Rural
DOENÇAS RELACIONADAS COM OS DEJETOS
Tipos e Transmissões
As doenças relacionadas com os dejetos, mais comuns no meio rural e em regiões em desenvolvimento, podem ser divididas em cinco grupos, conforme listados no quadro 1. A maioria das doenças transmissíveis se “espalha” da maneira como está esquematizada na figura 2, cujos modos de transmissão estão no quadro 1, coluna 2. Qualquer que seja o caminho seguido para que aconteça a transmissão, as portas de entrada do agente infeccioso no organismo humano são basicamente duas: a boca e a pele. A boca é a porta de entrada para:
Todos eles entram, em geral, com o alimento e com a água de beber contaminados com fezes. Essa contaminação se dá em geral através de mãos sujas, de vetores, da manipulação de alimentos e utensílios domésticos (pratos, copos, xícaras, etc.) e do consumo da água contaminada.
QUADRO 1: DOENÇAS RELACIONADAS COM OS DEJETOS
| Grupo de doenças | Formas de transmissão | Principais doenças | Formas de prevenção |
| feco-oral (não bacterianas) | Contato de pessoa a pessoa quando não se tem higiene pessoal adequada (o organismo patogênico (agente causador da doença) é ingerido | poliomielite; hepatite tipo B; giardíase; disenteria amebiana; diarréias por vírus. | implantar sistema de abastecimento de água; melhorar as moradias e as instalações sanitárias; promover a educação sanitária; |
| feco-oral (bacterianas) | Contato de pessoa a pessoa, ingestão e contato com alimentos contaminados e contato com fontes de água contaminadas com fezes | febre tifóide e paratifóide; diarréias e disenterias bacterianas, como a cólera. | implantar sistema de abastecimento de água e de disposição dos esgotos; melhorar as moradias e as instalações sanitárias; promover a educação sanitária. |
| Helmintos transmitidos pelo solo | Ingestão de alimentos contaminados e contato da pele com o solo contaminados com fezes | ascaridiose (lombrigas) tricuríase ancilostomíase (amarelão) | construir e manter limpas instalações sanitárias; tratar os esgotos antes da disposição no solo; evitar o contato da pelecom o solo (andar calçado) |
| Helmintos associadas à água (uma parte do ciclo da vida do agente infeccioso ocorre em um animal aquático) | Contato da pele com o água contaminada | esquistossomose | evitar o contato de pessoas com águas infectadas; construir instalações sanitárias adequadas; adotar medidas adequadas para a disposição de esgotos; combater o hospedeiro intermediário, o caramujo. |
| Tênias (solitárias) na carne do boiou do porco | Ingestão de carne mal cozida de animais contaminados | teníase; cisticercose | construir instalações sanitárias adequadas; tratar os esgotos antes da disposição no solo; inspecionar a carne e ter cuidados na sua preparação (cozimento) |
| Transmitidas por vetores que se relacionam com as fezes | Procriação de insetos em locais contaminados com fezes | filariose (elefantíase) | combater os insetos transmissores; eliminar condições que possam favorecer criadouros; evitar o contato com criadouros; utilizar meios de proteção individual. |
Fonte: BARROS, T. de V. et alli - Manual de Saneamento Proteção Ambiental para os Municípios, VOL. 2
A pele é a porta de entrada para:
Barreiras Sanitárias
A maneira de quebrar a cadeia de transmissão das doenças relacionadas com os dejetos é através do uso de barreiras sanitárias. A barreira sanitária se constitui na disposição conveniente dos dejetos, de modo que estes não sejam acessíveis ao homem e aos vetores, não poluam a água e o solo, e não acarretem outros inconvenientes, tais como maus odores e mau aspecto no ambiente. As barreiras sanitárias são pois obras de saneamento para tratamento dos dejetos que evitam o contato de todas as excreções humanas e de animais com a água, o solo os alimentos e o próprio homem. Podem ainda proporcionar o aproveitamento dos dejetos em usos diversos e ao não permitir a transmissão de doenças, melhoram a vida das comunidades e garantem o desenvolvimento das mesmas.



Figura 2 – Ciclo da esquistossomose
Cobrança pelo uso da água
As empresas localizadas na bacia do Rio São Francisco começaram no mês de agosto a pagar pela utilização da água do rio e seus afluentes. De acordo com a Agência Nacional das Águas (ANA), os boletos de 2010 já foram distribuídos e estima-se uma arrecadação de R$ 10 milhões até o fim do ano. O valor cobrado das empresas corresponde ao período de julho a dezembro.
A cobrança está prevista na Lei nº 9.433/97, conhecida como Lei das Águas e, de acordo com a ANA, os recursos serão integralmente repassados ao Comitê de Bacia do São Francisco para serem aplicados em ações de recuperação do rio.
Estão sujeitos à cobrança as empresas que captam mais de 4 litros de água por segundo, equivalente a 14,4 metros cúbicos por hora. As empresas que também lançam efluentes nos rios da bacia do São Francisco também poderão pagar pelo uso. O cálculo do valor da cobrança é baseado na outorga pelo uso da água concedida pela ANA aos usuários.
De acordo com o diretor-presidente da ANA, Vicente Abreu, a cobrança não é um imposto. “É importante ressaltar que a cobrança pelo uso da água dos rios não é um imposto, mas um preço público definido em consenso pelo próprio comitê de bacia e quem paga são usuários do rio, como se faz em um condomínio, por exemplo”, explicou.
Paraná
No Paraná, a cobrança pelo uso da água foi estabelecida em lei a partir de 2009, quando também foi criado o Instituto das Águas do Paraná (ÁguasParaná), antiga Superintendência de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental (Suderhsa). Porém, a lei ainda não foi regulamentada. De qualquer forma, os pequenos agricultores e proprietários de áreas até 144 hectares, continuarão isentos do pagamento pelo uso da água no estado.
Da agência Brasil - http://www2.rpc.com.br/aguasdoamanha/?p=452
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